Abril 26, 2017 2 Comentários e TQB!, Guias de viagem

Angola: Diário de viagem #2

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Já estava na hora de fazermos uma segunda entrada no diário, não acham? Desta vez vamos falar um pouco sobre o que temos comido para ver se vos conseguimos deixar de água na boca. Mais uma vez, será um artigo mais genérico para vos ir atualizando, sendo que haverá com certeza mais detalhes no futuro.

Jinguba… ou amendoim?

Nós achamos que é o mesmo, os Angolanos dizem-nos que é diferente mas ainda não conseguimos descobrir porquê. Mas há uma coisa em que todos estão de acordo: está presente em todos os restaurantes ou cafés, e sempre bem torrada e pronta para acompanhar um bom fino da cerveja Cuca, Tigra ou até Nocal. Deixem-nos avisar-vos já antes de avançar: há boa cerveja em Angola. Excelente para o tempo quente que se sente sempre por cá.

O belo do petisco

Curioso como é preciso chegar a Angola para sentir que todos os espaços, e quando digo todos não devemos estar a falhar por muito, estão preparados para o petisco. Pedes uma cerveja? Oferecem-te uma jinguba e perguntam-te se não queres ou um pica-pau, ou um choco frito, ou até mesmo um chouriço do Lubango assado (muito bom e muito parecido com os nossos bons chouriços). Petiscos tão nossos mas tão mais acessíveis por Angola do que por Lisboa.

Camarão, Lagosta e funge

Numa ida à Barra do Dande tivemos oportunidade de comer um excelente camarão e lagosta, mesmo ali, à beira da estrada, num “restaurante” de uma senhora chamada Tia Alice. Tudo muito bem temperado e muito saboroso. O funge já provámos em casa e também não é nada mau. Para quem não conhece, funge é uma farinha de milho ou de mandioca que faz parte da alimentação Angolana, sendo a base da alimentação das populações do norte de Angola. Não é, por si só, muito saborosa mas acompanhada de um qualquer molho, torna-se um alimento muito consistente.

E mais, muito mais em Angola

Peixes grelhados, caldo de peixe, e mais. Mais coisas comemos por aí. Não se come nada mal por cá, na nossa opinião. É verdade que não se sente uma grande presença de pratos mais tradicionais em restaurantes, mas se calhar não fomos aos locais certos, ou então não têm mesmo grande presença. Próximas paragens: Barra do Kwanza e Lubango. Até já!

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