Janeiro 4, 2015 4 Comentários e TQB!, Guias de viagem

Amesterdão – Parte 1: por onde andámos

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Amesterdão é uma cidade do caraças. Foi uma surpresa para nós. Não estávamos à espera de tanto e saímos com a sensação de que podíamos morar ali. A cidade é bonita, e é fácil perceber as semelhanças de arquitectura de Amesterdão com a de Nova Iorque. Sendo nós apaixonados por Nova Iorque foi amor à primeira vista. A cidade plana, as casas bonitas, os jardins, todas as casas com pátio, os mercados de rua, os cafés bonitos, sei lá. Tanta coisa boa para ver, para experimentar. De certeza que a próxima vez que voltarmos será para tirar mesmo proveito da cidade, e sempre de bicicleta. Dos seus recantos e segredos, agora que os museus estão de lado.

Estivemos por lá cinco dias e pareceu o tempo ideal. Claro que não conseguímos ver tudo. Para isso seria preciso muito mais tempo mas acho que vimos o essencial (excepto a casa da Anne Frank).

Desta vez tivemos a companhia dos nossos amigos, Né e Sofia. Vamos deixar-vos com um pequeno guia de alguns dos sítios que visitámos e que recomendamos que não percam quando forem para aqueles lados.

A primeira recomendação é o Huis Marseille, Museu para fotografia, que fica numa das casas dos canais. Cada sala contem uma exposição, normalmente de autores diferentes. Estas exposições consistem muitas vezes numa mistura de visão artística com técnicas de impressão, materiais, e outros, associados à arte da fotografia. As exposições valem mesmo a pena, mas se não ligarem a arte, podem sempre ver como é por dentro uma das casas dos canais. Ainda ficámos a pensar como dividíamos as divisões se aquilo fosse nosso.

Falando em casas dos canais, vale a pena passar pelo Museu Geelvinck Hinlopen Huis e experienciar o que seria viver numa casa de luxo datada de 1687, sem esquecer o seu jardim privativo. Ainda tivemos a oportunidade de ouvir uma pianista que ensaiava na cave e, mesmo sendo só um ensaio, valeu a pena. Ali perto, podem ainda espreitar os Arquivos da cidade. Acabamos por não entrar, mas vale a pena pela arquitectura e imponência.

A caminho da Casa de Rembrandt, passámos ainda pelo Museu Hermitage e pela Sinagoga Portuguesa. A sinagoga estava fechada e a exposição do Hermitage era paga e não nos puxava, pelo que vimos apenas as imediações. A Casa de Rembrandt também é um museu a não perder. A visita multimédia vale bastante a pena. Não se paga mais por isso e explica, divisão a divisão, o que ali aconteceu, para que servia, enfim, a sua história. É também possível ouvir uma explicação sobre cada um dos quadros da casa, o que leva tempo mas vale a pena perceber a visão do artista. A cereja no topo do bolo foi mesmo o facto de termos tido a sorte de apanhar uma demonstração de como se faziam tintas naquela altura: as técnicas, a sua origem, etc..

Saímos de Amesterdão uma única vez. Não podíamos andar por lá e não ir visitar os moinhos de vento. Vimos moinhos de tinta e moinhos de serração. Os restantes estavam fechados. Foi uma experiência única, e a envolvência da zona é linda. A zona onde fomos foi Zaanse Schans.

Outra das surpresas foi a biblioteca de Amesterdão. Moderna, gigante, cheia de condições para estudar, um exemplo. Esta deu-nos inveja. Vale mesmo a pena.

A juntar a estes, existem os dois óbvios: Rijksmuseum e o museu de Van Gogh. Destes não vale a pena falar muito, já que vão aparecer em todos os guias da cidade. Valem muito a pena. Só a sala da Guarda Nocturna no Rijksmuseum valeu a viagem.

Depois há todos os monumentos espalhados pela cidade, as catedrais, as ruas, os canais, os jardins, a fábrica da Heineken, mas isso vê-se facilmente seguindo o espírito da cidade. Como? De bicicleta. Amesterdão é uma cidade pequena que se percorre com facilidade, e fazê-lo de bicicleta está no ADN da cidade. Está preparada para isso e as bicicletas têm mais prioridade que os peões. Mas vejam as fotos. Elas contam o resto. Entretanto contamos o que Amesterdão tem a oferecer em comida. Boa viagem!

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