Roma: a bela e o monstro

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Nós sabemos! Já passou tempo demais desde que fizémos a viagem. Mas, infelizmente, nem sempre a nossa vida profissional nos deixa o tempo que precisamos. Mas não faz mal! Nós compensamos e vocês perdoam. Acabámos de chegar de uma viagem a Amsterdão, que essa sim, terá direito a algo mais detalhado. Roma terá direito apenas a este post. Não porque não gostámos, mas porque, tal como diz o título do post, Roma tem a bela e o monstro. É uma cidade lindíssima! Adorámos andar por lá, pelas ruas, passear sem destino, os mercados de rua, os monumentos, as igrejas, a arquitectura. Mas depois, também tem o monstro. O monstro foi a comida. Não estou a falar dos gelados que são brutais. E tenho a certeza que haverá sítios em Roma onde se comerá muito bem. Nós é que não estivémos em nenhum. Levámos algumas recomendações, mas como nunca nos deslocámos específicamente para um sítio a pensar na refeição, normalmente tentávamos encontrar algum que nos agradasse onde estávamos, e apesar da enorme oferta, a qualidade deixou a desejar.

Não nos interpretem mal! Nós não comemos mal. Só não comemos tão bem como as nossas expectativas apontavam. Ir a Itália e sentir que temos melhor italiano em Lisboa (ou em Nova Iorque ou Amsterdão), é estranho.

Roma é uma cidade onde pretendemos voltar. No regresso, queremos ficar mais perto do mercado de Fiori. E aí sim, vamos dar cabo do monstro. Poder ter aqueles ingredientes à disposição para cozinhar em casa, é um sonho.

Em termos de bebida, conseguimos encontrar bom vinho. Existem várias casas de vinho a copo, o que é uma grande vantagem. A cerveja é bastante boa! Provámos tanto a Moretti como a Peroni. Só não percebemos o porquê de nunca servirem a cerveja gelada como nós. Parece que podia sempre estar um pouco mais. Mas de sabor, são bastante boas.

Roma é uma cidade com muito para ver. É impressionante a facilidade com que se “tropeça” em monumentos, igrejas, e por aí fora. Deixamos a recomendação da Gelataria del Teatro. Vale a pena. Pelo gelado, pela localização, pela envolvência.

Mais do que as palavras, temos as imagens. Fiquem com algumas das imagens da viagem.

Ciao Roma!

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Outono com sabor na “La Crêperie da Ribeira”

2013-09-19 13.18.00

NOTA: Texto e imagens disponibilizados pela Chef’s Agency

Para receber o Outono com muito sabor, a La Crêperie da Ribeira, a única crêperie com crepes genuinamente franceses em Lisboa, desafiou um chef nacional a desenvolver uma receita especial para a nova carta. O Chef Luís Gaspar, Chef responsável pelo restaurante ‘Henrique Sá Pessoa’ no Mercado da Ribeira, apresenta assim a Galette Confit de Canard (Pato Confitado). O Croque Légumes, Salade Pesto e Crêpe Ananas são outras das novidades do menu de Outono, disponíveis no restaurante a partir do dia 17 de Outubro, por um período de cinco a seis semanas.

O chef Luís Gaspar aceitou o desafio de criar aquela que é a grande novidade do menu de Outono do restaurante: Galette Confit de Canard, uma galette repleta de criatividade, sabor e produtos da época e que representa a primeira ligação do crepe, tradicionalmente visto como uma refeição simples, à complexidade da cozinha de autor. Fazem parte da galette especial os cogumelos, espargos verdes, abóbora, alho francês, e avelã, e claro o pato confitado desfiado. Terá um p.v.p de 13 euros.

“Estamos muitos satisfeitos com a criação do Chef e estamos expectantes com a reacção dos nossos clientes ”afirma Ivo Melim, proprietário da La Crêperie da Ribeira. “É para nós importante criar uma dinâmica diferente no restaurante permitindo ter uma oferta mais alargada e diversificada. Acreditamos que assim pode agradar a pessoas que procuram os originais crepes franceses, aos que valorizam as ligações aos produtos nacionais e de época e, agora, aos que gostam de pratos mais elaborados”, afirma.

O Chef Luís Gaspar tem no seu currículo espaços como o ‘Pestana Palace Hotel & National Monument’, Grande Real Villa Itália e Hotel Real Palácio.

Atualmente desempenha funções de Sub-chef do Chef Henrique Sá Pessoa, sendo responsável pelo restaurante ‘Henrique Sá Pessoa’ no Mercado da Ribeira.

Contactos

Situa-se no Cais do Sodré, perto do Mercado da Ribeira.

Morada: Rua da Moeda, 1A – 1200-275 Lisboa

Telefone para reservas: 212 431 565

Email: reservas@lacreperie.pt

facebook.com/LaCreperiePT

Horário: 2ª-6ª-feira: 9h-00h

Sábado: 10h-00h

Domingo: 10h-20h

Serviço contínuo nesses horários

Sobre a La Crêperie da Ribeira:

Localizada na Rua da Moeda, juntinho ao Mercado da Ribeira no Cais do Sodré, onde todos os produtos frescos são adquiridos, a La Crêperie da Ribeira apresenta-se aos seus clientes com uma decoração moderna e original que alguns dirão é tipicamente francesa. As paredes são forradas a paletes multicolor, as mesas em madeira clara e adornadas com jarros de flores secas: um todo que se conjuga num espaço cheio de luz. Esta crêperie inspira-se das verdadeiras crêperies da Bretanha, em França, onde as Galettes salgadas são tão ou mais importantes que os já conhecidos crepes doces. Feitas com farinha de sarraceno como manda a tradição, as galettes são portanto adaptadas aos celíacos (gluten-free). O serviço de atendimento permanente entre as 09h e as 00h é um dos grandes atrativos deste espaço e oferece aos seus clientes a possibilidade de a qualquer hora usufruir de uma refeição rápida com qualidade, nutritiva e repleta de sabor.

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Ninguém dá ao Pernil daqui para fora!

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Podem querer! Quem é que vai fugir de uma receita destas? É pernil! É saboroso, tenro, e quentinho, que o frio anda aí. É bom para quando estamos tristes e é bom quando estamos contentes! Basicamente, é sempre bom! Leva algum tempo, mas não dá trabalho nenhum e esperar pelo que é bom na cozinha, não custa nada.

Quem não se lembra destes pratos? Feitos pela avó, com a lareira por perto. Traz-nos uma sensação de conforto, de partilha. Traz-nos a sensação do que e ser Portugueses. No tempo que comíamos na cozinha e os almoços de família eram habituais e não havia desculpas para faltar. Onde nunca se falava de dietas ou de cuidados. Onde tudo era cozinhado com amor, sem receios. Onde os cheiros nos invadiam. Cheiros esses que ainda hoje assombram as nossas memórias e fazem com que quase nada pareça tão bom como era.

De que precisamos? Então vamos lá: Pernil, cebola, pimento vermelho, pimento verde, alho, cenoura, alecrim, tomilho e um bom vinho tinto. Podem juntar também algum piri-piri, que nunca fica mal. A partir daqui, é amor.

Usem uma panela que dê para ir ao forno. É uma boa ajuda!

Primeiro, começamos por selar o pernil. Aquecemos a gordura da nossa eleição e quando estiver muito quente, colocamos o pernil. Vamos rodando o pernil até ganhar côr a toda a volta. Assim que estiver selado, juntamos os legumes cortados à panela, juntamos o vinho tinto e colocamos tudo no forno pré-aquecido a 150º, com tampa. Depois é esperar. O tempo, a partir de agora, é convosco. De tempos a tempos vamos abrindo a tampa para regar o pernil com o líquido da sua própria cozedura. Este deve ter levado entre 1 hora a 1 hora e meia. A baixa temperatura, precisamos de mais tempo, mas dá-lhe espaço para apurar e ficar tenro como tudo. Depois é só servir, ou com batata frita, ou até mesmo cozida que não calha nada mal com o molho que é divinal.

É um prato tradicional, que não tem o que enganar. Este é dos bons.

Nunca se esqueçam disto: Se o vinho não é bom para beber, não é bom para comer. Usem bom vinho.

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Giveaway: O primeiro aniversário

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O Tudo Qué Bonito fez um ano! É verdade que já foi a 26 de Agosto, mas tivemos uma boa razão para o atraso no festejo. É que queríamos celebrar com todos vocês. Para isso, precisávamos de vos dar uma prenda que tivesse a ver connosco, e que vos agradasse a todos. Então andámos em conversações com malta boa, que gosta do nosso projecto e que vale a pena ser divulgada. Não só porque gostam de nós (o que é importante! :P) mas porque produzem produtos de grande qualidade. Era importante para nós associarmo-nos a alguém em que acreditamos, que acredita em nós mas também que fosse algo que se identifique com a nossa imagem.

Estamos a falar da Tiago Cabaço Wines. Pois é! Demorámos um pouco, mas valeu a pena. É com esta parceria feita nos céus, que trazemos uma prenda do caraças para um de vocês.

Com o patrocínio da Tiago Cabaço Wines, temos para vos oferecer: 1 Garrafa de .com tinto 2012 e 1 garrafa de .beb tinto 2011. Quem é amigo, quem é?

Assim, podem pegar neste vinho de eleição Alentejano, pegar na nossa receita de barriga de porco, e fazer magia.

Como é que podem habilitar-se a ganhar este prémio? É muito simples! Basta irem à nossa página de Facebook e seguir as instruções na tab Giveaway! Ou então, participem já aqui! Fazer like na nossa página, na página da Tiago Cabaço Wines e partilhar o anúncio do giveaway no Facebook. Mas usem a aplicação do concurso! Senão poderão não ficar contabilizados no sorteio.

EDIT: Para a partilha do concurso, devem partilhar manualmente mas devem marcar na aplicação como partilhado. Infelizmente a aplicação não partilha automáticamente!

Qualquer dúvida, não hesitem! Falem connosco.

a Rafflecopter giveaway

Boa sorte e parabéns a nós!

Tudo qué Bonito!October 3, 2014 - 14:02

Obrigado por participar Elisa Esteves! :) Boa sorte!

Ana Margarida SantosOctober 4, 2014 - 11:16
Tudo qué Bonito!October 4, 2014 - 11:28

Obrigado por participar Ana! Muita sorte!

Andresa OlímpioOctober 6, 2014 - 16:54

Done ;)

Tudo qué Bonito!October 6, 2014 - 18:04

Obrigado Andresa! :) Boa sorte!

Feijão verde com marmelada, sriracha, soja e sumo de laranja

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Hoje trazemos um acompanhamento. Um bom acompanhamento para um bom bife, ou até peixe grelhado. Estamos a falar de uns feijões verdes envoltos numa mistura agri-doce. Uma combinação de marmelada, sriracha, molho de soja e sumo de laranja. Infelizmente, não encontrei sriracha a tempo e usei um picante habanero que não tem a graciosidade da sriracha, mas preencheu-lhe bem o espaço. Vamos assim buscar algo do doce, do picante, do ácido e do salgado. Uma mistura bombástica que aliada à textura do feijão verde e ao seu sabor subtil, se tornam uma fantástica arma de arremesso que pode ser usada para despertar qualquer palato mais adormecido.

Para o feijão verde, vamos cozer o mesmo e quando estiver no ponto, atiramos para um recipiente com água e gelo para interromper a cozedura. Depois é só envolver na mistura e servir.

Nós por aqui, fugimos sempre para os sabores fortes que despertam qualquer um. Este é mais um. Um sabor marcante. Para acompanhar o feijão (isto hoje é tudo ao contrário!) escolhemos uns bifes de vaca da boa. Estes foram salgados 10 a 20 minutos antes de fritar. Depois com o azeite bem, bem quente, foi só fritar um pouquinho de cada lado juntamente com umas cabeças de alho. Só mesmo o suficiente para caramelizar o exterior, porque por aqui, a carne de vaca come-se mal passada. Basta depois, deixar a carne repousar uns minutos para que os fluídos voltem a fluir.

Vale a pena experimentar e ver as portas que estes sabores nos abrem.

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