Tiago Cabaço Wines – A tão esperada visita

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Finalmente! Puxa, estava difícil! Depois de tanto tempo a planear esta visita finalmente aconteceu. E valeu cada segundo de espera. Já toda a gente sabe que nós nisto não somos imparciais. Gostamos desta gente, são nossos amigos, são bons profissionais e fazem um vinho do caneco. E por isso, vamos sempre falar bem deles e dizer que são os maiores. Mas é porque são mesmo. Esta foi só mais uma prova.

A Tiago Cabaço Wines, para quem não sabe, fica em Estremoz, uma cidade praticamente toda dedicada ao vinho. Cercada de vinha, é uma cidade calma e recatada composta de gente boa, não fosse ela no Alentejo. Mas sobre Estremoz falamos depois. Hoje a nossa atenção fica toda para a Tiago Cabaço Wines.

Antes de iniciarmos a visita à Adega, decidímos visitar o sítio onde a magia acontece. Como ouvimos por lá, o Tiago costuma dizer que “O vinho faz-se no campo, não na Adega”. Então, decidímos seguir o concelho e ir visitar a vinha. Como o tempo este ano foi estranho, não apanhámos a vindíma que tanto gostávamos. Mas a sacana da vinha é bonita. A vinha deles fica no Monte Troca Leite e é um sítio lindo. O nome gerou-nos alguma risota. Monte do Troca Leite para um sítio onde se faz vinho tão bom? Faz lembrar uma expressão que tanto gostávamos de utilizar na terra onde crescemos: “Ele não é Leite!”.

Depois desta visita às vinhas, decidimos que estava na altura de visitar a Adega. Fomos recebidos pela nossa grande amiga Maria que tratou de nos mostrar o local de prova, de produção, de engarrafamento. Explicou todo o processo, os passos, o que fazem ou deixam de fazer. Aprendemos muito. Sempre com uma grande simpatia. Tentei roubar um barril, mas infelizmente não cabia no Micra.

Depois de vermos tudo, desde barris, cubas e garrafas, estava na altura da prova. Para a prova tivémos a companhia do Pedro, funcionário da Tiago Cabaço Wines. Foi ele que conduziu a prova e sempre com grande simpatia, foi-nos mostrando as particularidades de cada vinho e como as identificar. Sempre com um palavreado simples e concreto que agradecemos porque de especialistas temos pouco ou nada.

Se tivéssemos tempo, teríamos passado o dia todo na prova. A quantidade de grandes vinhos que aqui são produzidos, é enorme.

As nossas preferências vão para o .Com branco 2013, HT tinto e os Blog’s (tanto o de três castas como o bi-varietal). Dentro dos Blog’s, descobrimos que, se tiveros que escolher, vamos para o bi-varietal. Mas não perdemos nada no outro.

Não vamos dizermos muito mais sobre os vinhos. O melhor é passarem pelo site e verem as notas de prova. E fiquem com estas imagens. Não deixem de visitar a Adega em Estremoz. O passeio é bonito, as pessoas também e o vinho melhor.

Obrigado Tiago, Maria e Pedro.

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Brunch à nossa maneira – Empadas de pizza

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Haverá alguma coisa melhor para fazer num fim de semana em que acordamos mais tarde? Juntamos o pequeno almoço com o almoço e estamos prontos para o resto do dia. Juntamos o melhor dos dois mundos e fazemos uma refeição do caraças. Actualmente, já há muitos sítios em Lisboa onde fazem brunches. Nós só estivemos em dois ou três, mas nenhum nos preencheu na totalidade. Ou porque só tinham pratos frios e faltavam os quentes, ou porque parece incompleto, ou porque são só à base de bolos. Nós somos esquisitos, está visto. Então fazemos a melhor coisa possível. Fazemos nós em casa exactamente como queremos.

Leva quentes, frios, doces, salgados, vai do sumo, ao café, passando por vinho tinto ou uma mimosa. Pois é, temos direito a tratamento completo.

Como podem ver pelas fotos o nosso brunch teve direito a: queijo fresco com azeite e oregãos, maçã, kiwi, queijo flamengo, paiola, fiambre, panquecas com xarope de ácer, pão com chouriço  e “last but not least” empadas de pizza. Sim, tinha que haver uma coisa assim mais maluca para justificar este post. E é mesmo isso que nos traz aqui. Empadas de pizza. Soa estranho? Talvez, mas são muito boas. E melhor do que elas, só mesmo as possibilidades que nos abrem em termos de inovação culinária. É sempre importante tentar inovar, fazer coisas novas, explorar outros caminhos. Só assim podemos aprender.

Então foi o que fizemos. Preparámos, de véspera, a massa para pizza, assim como o molho de tomate com manjericão. Depois, foi usar formas de queques ou empadas, pôr a massa, rechear com molho de tomate, chouriço, mozzarela, ou o que vos apetecer e levar ao forno. Tal como uma pizza, mas numa forma diferente. Estava na dúvida se a forma se iria aguentar depois de desenformar, mas não tive qualquer problema. E o sabor é muito bom, numa forma mais simples de comer, fugindo para o lado mais “finger food” da comida.

É uma excelente ideia para festas, lanches e brunches. Até para levar para o trabalho para um almoço rápido é uma excelente ideia. Mais do que a receita, fica aqui a ideia. Para saberem como fazemos a massa, basta ver o nosso post anterior sobre pizza aqui.

Isto deu-vos alguma ideia? Partilhem!

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Rosa CardosoNovember 10, 2014 - 21:58

É por estas e por outras que este é dos meus blogs preferidos! A sério, empadas de pizza?!?! Quero fazer isto já!!!!!!
Gosto do conceito que este blog adopta muitas vezes “tomem lá a ideia, agora façam a vossa receita” :D

Como hoje estive a fazer palmiers na aula de pastelaria, lembrei-me em adapta-los também ao modo pizza :D tem tudo para correr bem. Pode ser que seja um próximo post no meu blog :D

Tudo qué Bonito!November 10, 2014 - 22:11

Eich! Palmiers de pizza??? Quero muito ver isso!! :)

Ana TelesNovember 12, 2014 - 21:18

Que brunch delicioso.

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Ana Teles | blog: Telita na Cozinha

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Tudo qué Bonito!November 13, 2014 - 20:49

Obrigado Ana!

Roma: a bela e o monstro

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Nós sabemos! Já passou tempo demais desde que fizémos a viagem. Mas, infelizmente, nem sempre a nossa vida profissional nos deixa o tempo que precisamos. Mas não faz mal! Nós compensamos e vocês perdoam. Acabámos de chegar de uma viagem a Amsterdão, que essa sim, terá direito a algo mais detalhado. Roma terá direito apenas a este post. Não porque não gostámos, mas porque, tal como diz o título do post, Roma tem a bela e o monstro. É uma cidade lindíssima! Adorámos andar por lá, pelas ruas, passear sem destino, os mercados de rua, os monumentos, as igrejas, a arquitectura. Mas depois, também tem o monstro. O monstro foi a comida. Não estou a falar dos gelados que são brutais. E tenho a certeza que haverá sítios em Roma onde se comerá muito bem. Nós é que não estivémos em nenhum. Levámos algumas recomendações, mas como nunca nos deslocámos específicamente para um sítio a pensar na refeição, normalmente tentávamos encontrar algum que nos agradasse onde estávamos, e apesar da enorme oferta, a qualidade deixou a desejar.

Não nos interpretem mal! Nós não comemos mal. Só não comemos tão bem como as nossas expectativas apontavam. Ir a Itália e sentir que temos melhor italiano em Lisboa (ou em Nova Iorque ou Amsterdão), é estranho.

Roma é uma cidade onde pretendemos voltar. No regresso, queremos ficar mais perto do mercado de Fiori. E aí sim, vamos dar cabo do monstro. Poder ter aqueles ingredientes à disposição para cozinhar em casa, é um sonho.

Em termos de bebida, conseguimos encontrar bom vinho. Existem várias casas de vinho a copo, o que é uma grande vantagem. A cerveja é bastante boa! Provámos tanto a Moretti como a Peroni. Só não percebemos o porquê de nunca servirem a cerveja gelada como nós. Parece que podia sempre estar um pouco mais. Mas de sabor, são bastante boas.

Roma é uma cidade com muito para ver. É impressionante a facilidade com que se “tropeça” em monumentos, igrejas, e por aí fora. Deixamos a recomendação da Gelataria del Teatro. Vale a pena. Pelo gelado, pela localização, pela envolvência.

Mais do que as palavras, temos as imagens. Fiquem com algumas das imagens da viagem.

Ciao Roma!

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Outono com sabor na “La Crêperie da Ribeira”

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NOTA: Texto e imagens disponibilizados pela Chef’s Agency

Para receber o Outono com muito sabor, a La Crêperie da Ribeira, a única crêperie com crepes genuinamente franceses em Lisboa, desafiou um chef nacional a desenvolver uma receita especial para a nova carta. O Chef Luís Gaspar, Chef responsável pelo restaurante ‘Henrique Sá Pessoa’ no Mercado da Ribeira, apresenta assim a Galette Confit de Canard (Pato Confitado). O Croque Légumes, Salade Pesto e Crêpe Ananas são outras das novidades do menu de Outono, disponíveis no restaurante a partir do dia 17 de Outubro, por um período de cinco a seis semanas.

O chef Luís Gaspar aceitou o desafio de criar aquela que é a grande novidade do menu de Outono do restaurante: Galette Confit de Canard, uma galette repleta de criatividade, sabor e produtos da época e que representa a primeira ligação do crepe, tradicionalmente visto como uma refeição simples, à complexidade da cozinha de autor. Fazem parte da galette especial os cogumelos, espargos verdes, abóbora, alho francês, e avelã, e claro o pato confitado desfiado. Terá um p.v.p de 13 euros.

“Estamos muitos satisfeitos com a criação do Chef e estamos expectantes com a reacção dos nossos clientes ”afirma Ivo Melim, proprietário da La Crêperie da Ribeira. “É para nós importante criar uma dinâmica diferente no restaurante permitindo ter uma oferta mais alargada e diversificada. Acreditamos que assim pode agradar a pessoas que procuram os originais crepes franceses, aos que valorizam as ligações aos produtos nacionais e de época e, agora, aos que gostam de pratos mais elaborados”, afirma.

O Chef Luís Gaspar tem no seu currículo espaços como o ‘Pestana Palace Hotel & National Monument’, Grande Real Villa Itália e Hotel Real Palácio.

Atualmente desempenha funções de Sub-chef do Chef Henrique Sá Pessoa, sendo responsável pelo restaurante ‘Henrique Sá Pessoa’ no Mercado da Ribeira.

Contactos

Situa-se no Cais do Sodré, perto do Mercado da Ribeira.

Morada: Rua da Moeda, 1A – 1200-275 Lisboa

Telefone para reservas: 212 431 565

Email: reservas@lacreperie.pt

facebook.com/LaCreperiePT

Horário: 2ª-6ª-feira: 9h-00h

Sábado: 10h-00h

Domingo: 10h-20h

Serviço contínuo nesses horários

Sobre a La Crêperie da Ribeira:

Localizada na Rua da Moeda, juntinho ao Mercado da Ribeira no Cais do Sodré, onde todos os produtos frescos são adquiridos, a La Crêperie da Ribeira apresenta-se aos seus clientes com uma decoração moderna e original que alguns dirão é tipicamente francesa. As paredes são forradas a paletes multicolor, as mesas em madeira clara e adornadas com jarros de flores secas: um todo que se conjuga num espaço cheio de luz. Esta crêperie inspira-se das verdadeiras crêperies da Bretanha, em França, onde as Galettes salgadas são tão ou mais importantes que os já conhecidos crepes doces. Feitas com farinha de sarraceno como manda a tradição, as galettes são portanto adaptadas aos celíacos (gluten-free). O serviço de atendimento permanente entre as 09h e as 00h é um dos grandes atrativos deste espaço e oferece aos seus clientes a possibilidade de a qualquer hora usufruir de uma refeição rápida com qualidade, nutritiva e repleta de sabor.

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Ninguém dá ao Pernil daqui para fora!

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Podem querer! Quem é que vai fugir de uma receita destas? É pernil! É saboroso, tenro, e quentinho, que o frio anda aí. É bom para quando estamos tristes e é bom quando estamos contentes! Basicamente, é sempre bom! Leva algum tempo, mas não dá trabalho nenhum e esperar pelo que é bom na cozinha, não custa nada.

Quem não se lembra destes pratos? Feitos pela avó, com a lareira por perto. Traz-nos uma sensação de conforto, de partilha. Traz-nos a sensação do que e ser Portugueses. No tempo que comíamos na cozinha e os almoços de família eram habituais e não havia desculpas para faltar. Onde nunca se falava de dietas ou de cuidados. Onde tudo era cozinhado com amor, sem receios. Onde os cheiros nos invadiam. Cheiros esses que ainda hoje assombram as nossas memórias e fazem com que quase nada pareça tão bom como era.

De que precisamos? Então vamos lá: Pernil, cebola, pimento vermelho, pimento verde, alho, cenoura, alecrim, tomilho e um bom vinho tinto. Podem juntar também algum piri-piri, que nunca fica mal. A partir daqui, é amor.

Usem uma panela que dê para ir ao forno. É uma boa ajuda!

Primeiro, começamos por selar o pernil. Aquecemos a gordura da nossa eleição e quando estiver muito quente, colocamos o pernil. Vamos rodando o pernil até ganhar côr a toda a volta. Assim que estiver selado, juntamos os legumes cortados à panela, juntamos o vinho tinto e colocamos tudo no forno pré-aquecido a 150º, com tampa. Depois é esperar. O tempo, a partir de agora, é convosco. De tempos a tempos vamos abrindo a tampa para regar o pernil com o líquido da sua própria cozedura. Este deve ter levado entre 1 hora a 1 hora e meia. A baixa temperatura, precisamos de mais tempo, mas dá-lhe espaço para apurar e ficar tenro como tudo. Depois é só servir, ou com batata frita, ou até mesmo cozida que não calha nada mal com o molho que é divinal.

É um prato tradicional, que não tem o que enganar. Este é dos bons.

Nunca se esqueçam disto: Se o vinho não é bom para beber, não é bom para comer. Usem bom vinho.

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